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O golpe para acabar com o governo de João Goulart foi feito pelos militares e Humberto de Alencar Castelo Branco entrou no poder.
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A primeira pessoa torturada foi, Gregório Bezerra, um líder comunista.
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Congresso é fechado pela primeira vez durante o regime por um mês para “reinstalar a paz” no legislativo.
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Os anos de chumbo é considerado a época mais opressora de toda a ditadura. Com a criação do AI-5 esse foi um período com extrema violência.
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Esse conselho foi uma ferramenta para a censura dos militares. Milhares de obras, fotos, filmes, artigos foram vetados.
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Manifestação contra a ditadura que reuniu mil pessoas.
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Com o AI-5, o legislativo foi vetado para conter “ideologias contrarias”.
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Médici é considerado o presidente mais rigoroso e violento de toda a ditadura.
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P.I.B brasileiro chegou a 14% sendo considerado um milagre para muitos. Porém, esse numero só aconteceu devido a empréstimos que o governo estava fazendo.
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Charles Burke Elbrick foi sequestrado pela ALN e em troca do embaixador os militares deveria libertar 15 prisoneiros políticos e ler uma carta falando sobre a ditadura em rede nacional.
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O preço de petróleo teve um aumento gigantesco, que fez com que subisse 400% em um ano. (isso auxiliou com o fim do milagre econômico)
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As dívidas causadas pelos empréstimos apareceram (quadruplicadas). Com isso teve um aumento extremo na inflação, consequentemente, o desemprego.
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2/3 da população brasileira sofria com fome, e 1/7 sofria com desnutrição absoluta. Isso causou com que o governo censurasse a palavra fome da mídia brasileira.
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Começa o enfraquecimento da opressão da ditadura, o que levou ao fim do regime.
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Presidente justifica o ato porque havia uma “ditadura de minoria”.
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Figueiredo foi o último presidente do regime.
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Quase 2 mil brasileiros foram torturados até esse ponto da ditadura.
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Uma lei que anistia crimes feitos por políticos na ditadura, porem também ajudou a volta dos opositores do regime ao Brasil.
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The World Bank revela que Brasil é o país que menos investia na educação da America Latina, gastando apenas 6,5% do P.I.B (para comparação, o penúltimo colocado, Haiti, gastava 11,3%).
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