-
Roma que tinha acabado de consolidar sua liderança do território italiano, entrou em guerra contra Cartago, cidade que tinha uma próspera estrutura comercial pelo Norte da África e no Mediterrâneo. Roma venceu a batalha decisiva, na ilha de Égales.
A Primeira Guerra Púnica mostrou as táticas eficientes dos dois exércitos. Cartago teve vantagem ao atacar os romanos por via marítima e Roma ao obter ajuda dos gregos na construção de embarcações. -
Cansados por conta das inúmeras batalhas, os romanos que foram os vencedores da principal batalha e os cartaginenses decidiram entrar em um acordo. O acordo era Cartago pagar tributos a Roma por 10 anos, desocupar a região da Sicília, de Córsega e Sardenha, entregar os prisioneiros de guerra e destruir grande parte de sua frota. -
Cartago mesmo derrotada na primeira guerra púnica ainda mantinha importantes domínios territoriais, e passou a explorar as minas de prata da Espanha e essa ação desagradava os romanos.
Roma chegou a enviar uma delegação ao Cartago com o objetivo de delimitar as áreas de influencia porem não obtiveram sucesso. -
Aníbal Barca, filho de Amílcar, partiu de Cartago com uma força de 60 mil homens, quase 10 mil cavalos e grande número de elefantes. O exército catagêneses rumou na direção norte e, depois de atravessar os Alpes, surpreendeu e derrotou os romanos, conseguindo chegar perto de Roma. Porém não tinham força suficiente para entrar em roma. -
Com Aníbal e seu exército cartaginês fragilizado. As tropas romanas venceram a batalha, lideradas por Cipião, o Africano. -
Após a segunda guerra era evidente o domínio romano no mediterrâneo, portanto os cartaginenses começaram a promover o desenvolvimento de sua economia agrícola e aos poucos os alimentos produzidos por eles passaram a competir com os de Roma, que impôs um acordo de paz, que Cartago só poderia entrar em batalhas com a aprovação do Senado Romano. A guerra foi iniciada quando estimulados pelos romanos Cartago invadiu seus vizinhos sem aprovação, os romanos tiveram um pretexto para guerrear. -
Após um cerco de setenta dias, as forças romanas promoveram a destruição completa de Cartago e transformou todos os sobreviventes em escravos e as terras conquistadas foram divididas entre os invasores.
Após a guerra Roma ganhou o domínio do Mediterrâneo Ocidental. E expandiu conquistando, a Península Ibérica, o Norte da África, Grécia e outras regiões. Também ocorreu a ampliação da cidadania, o aumento da escravidão e o enriquecimento da elite romana. -
O resultado da expansão decorrente da ultima guerra e das mudanças foi o êxodo rural, por falta da mão de obra escrava para pequenos produtores.
Em um contexto de turbulência social em que se opunham os interesses da oligarquia republicana, formada pelos patrícios, e dos plebeus, dois tribunos da plebe, os irmãos Tibério e Caio Graco, tentaram solucionar a crise, propondo a reforma agraria, a distribuição de terras públicas para os que estavam desempregados. -
Foi uma aliança política informal estabelecida, formada por uma junta militar, marcou a ascensão dos generais na política de Roma.
Era formado pelos generais, Júlio César, Pompeu e Crasso, que instituíram uma nova forma de administração na política, partilhada. Uniram forças para obter o controle político e enfraquecer a atuação dos senadores. Com a morte de Crasso, Pompeu e César disputaram o poder. César saiu vitorioso e se autoproclamando Ditador Vitalício. -
Após o assassinato de Júlio César, subiu ao poder o Segundo Triunvirato, formado por Marco Antonio, um de seus fiéis generais, Caio Otávio, seu sobrinho e Lépido, chefe dos cavaleiros. Tinham o objetivo de equilibrar as forças políticas em Roma, esse novo governo determinou a divisão dos domínios romanos em três grandes regiões: a África e a Sicília ficaram por conta de Otávio, Marco Antônio com a Gália e a Cisalpina e Lépido a Península Ibérica e a Gália Narbonesa.O equilíbrio não pendurou. -
Ainda durante o segundo triunvirato, o equilíbrio não pendurou, o Lépido foi afastado deixando Marco Antônio com o comando do Ocidente e Otávio com Oriente. Antônio tinha estabelecido uma aliança com Cleópatra e acabou rompendo com Otávio dando inicio a uma guerra vencida pela tropas de Otávio que resultou na ocupação do Egito. Otávio virou o único governante de Roma recebendo os títulos de príncipe e imperador concedidos pelo senado e se intitulou Augustus, inaugurando o Império Romano. -
A Pax Romana é um grande período de paz e prosperidade que existiu no Império Romano e foi importante na manutenção do poder romano sobre as regiões que havia conquistado. Com o início do reinado de Augusto César, um período de turbulência social e política em Roma que abalou a estabilidade do Império foi encerrado. A Pax foi uma forma de garantir a produtividade da economia romana e de controlar as regiões conquistadas e foi justificada por oferecer “benefícios” aos outros povos. -
A Pax Romana enquanto prática garantiu uma relativa estabilidade para o Império Romano – apesar de alguns obstáculos. Nessa data, aconteceu a morte do imperador Marco Aurélio. Muitos consideram que, após essa data, iniciou-se a longa decadência de Roma, que se estendeu até o século quinto. -
O imperador Caracala fez a Constitutio Antoniniana, conhecida como Édito de Caracala, ou Édito de 212, foi uma legislação do Império Romano, na qual concedia a cidadania romana a todos os habitantes livres do império.
O édito, ao estabelecer o direito de cidadania aos indivíduos livres do império, causava uma perda de privilégios de Roma.
Os peregrinos chamados deditícios não obtiveram o direito à cidadania romana. -
Com o número de cristãos atingindo 15 milhões dos 60 milhões de habitantes de império. Diocleciano promoveu uma nova grande perseguição, a última e a mais sangrenta, por conta da recusa da divindade do Imperador.
Foram submetidos a tortura, crucificações, execuções na arena
o imperador emitiu uma série de éditos em que revogavam os direitos legais dos cristãos e exigiam que estes cumprissem as práticas religiosas tradicionais. A perseguição variou em intensidade nas várias regiões do império. -
Documento proclamatório no qual se determina que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição. Tal documento, publicado em forma de carta, foi o acordo entre Constantino (imperador do Ocidente) e Licínio (imperador do Oriente). Além da liberdade religiosa, a aplicação do Édito fez devolver os lugares de culto e as propriedades que tinham sido confiscadas aos cristãos e vendidas em hasta pública.